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Eu Fui: Três reescrituras, um disparador

Atualizado: 26 de mar. de 2025

Outubro 18, 2019


Como complemento da entrada anterior, compartilhamos três poemas escritos por María Ferreyra, Lidia Rios e Liliana Cabrera[1], poetas que passaram pelas oficinas de YoNoFui em Ezeiza e que hoje em dia, estando em liberdade, continuam escrevendo. Como se pode ver no documentário LunasCativas, o disparador que deu origem a esses textos foi o poema Eu fui... de Luis Cernuda, que disponibilizamos também no  final desta postagem. Os poemas de Liliana Cabrera e Lidia Rios são o resultado da proposta de que cada participante da oficina dirigida por María Medrano escrevesse seu próprio “eu fui”. O poema de María Ferreyra corresponde a uma variação da proposta anterior: já não se tratava de escrever a partir do que sugere a frase “eu fui”, mas sim da sua reformulação no sentido oposto: “não fui eu”.







Notas:


[1] Embora o poema da Liliana foi publicado em 2016 como a primeira edição, posterior ao lançamento de Luas Cativas em 2012, publicamos aqui a versão apresentada no documentário, com algumas variações à respeito da de 2016.


* Cabrera, Liliana. 2016. Bancáme y punto. 1a Ed. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Bancáme y Punto Ediciones.


Labels: Lidia Rios Liliana Cabrera Luis Cernuda Lunas Cautivas María Ferreyra María Medrano YoNoFui

 
 
 

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